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Quem Somos
Desde a sua fundação há mais de um século que o SLB estava destinado a ser não só o maior clube português mas também um dos clubes mais conhecidos em todo o mundo.

Numa perfeita simbiose com o genuino povo português, soube corresponder aquilo que dele se esperava e conquistar o coração de milhões de portugueses e estrangeiros despertando paixões e simultaneamente ódios.

Sendo um clube profundamente enraizado no povo teve a ‘desfaçatez’ de sempre ter eleições democráticas mesmo quando o País vivia sob uma férrea ditadura que a todos abafava e impedia de se manifestarem.

É conhecido de todos a razão porque somos ‘os encarnados’ e não ‘os vermelhos’ como originalmente éramos chamados. Apesar de tudo no seu seio viviam todas as tendências e manifestavam-se todas as opiniões (possíveis), unidos numa paixão comum que os fazia ultrapassar todos os obstáculos.

O SLB sempre foi e assim será muito mais do que um simples clube de futebol. As suas origens contribuiram fortemente para uma forte consciência social que, depois do interregno de todos conhecido, retomou a sua tradicional propensão para abordar aspectos extra-futebol e que dizem respeito aos problemas e dificuldades da sociedade nos seus múltiplos aspectos, que sempre  acompanharam a actividade do clube desde a sua fundação.

O pioneirismo que sempre esteve presente nas suas acções e que se mantem inalterável nas suas múltiplas vertentes mas fundamentalmente os êxitos da sua principal equipa de futebol deram origem a invejas e geraram ódios.

A união e a solidariedade que sempre esteve na base dos êxitos alcançados começaram a esmoronar-se em finais da década de 70 e a velha tradição de ‘só jogadores nacionais’foi abolida numa das mais dramáticas Assembleias Gerais do clube.

Devido ás condições políticas em que então vivia o País todos os sectores foram afectados e o futebol e em particular o SLB não escapou á crise que se prolongou por muitos e variados anos.
O curioso é que foi ‘de dentro’ que começaram os primeiros problemas. Pessoas sedentas de protagonismo inverteram o rumo de ‘servirem o Benfica’ para ‘se servirem do Benfica’.

Esses, reza a memória, foram os primeiros anti-benfiquistas.

As outras cores viram finalmente chegar a ocasião porque tanto esperavam. Paulatinamente foram tecendo uma teia cujos contornos são hoje  conhecidos de todos e que originaram sucessivos revezes ao SLB bem patentes nos seus resultados desportivos nas duas últimas décadas.

É absolutamente legítimo que um clube lute por obter os melhores resultados desportivos que  inclui o ser campeão, desde que o faça de uma forma absolutamente legítima e transparente. O que não se aceita é que o faça por caminhos ínvios e tortuosos  desvirtuando a verdade desportiva. Um dos pilares em que assentou essa estratégia foi a ‘batalha da informação’ que os sucessivos dirigentes do SLB negligenciaram e que teve a ver com a sistematica publicação de notícias, artigos, comentários e crónicas anti-benfica que começaram a influenciar os que apesar de não serem do SLB reconheciam nele um clube de excelência, mas também os próprios benfiquistas que se deixaram arrastar nessa onda.

Foi por isso que cresceram os anti-benfiquistas ao pontode neste momento terem-se  transformado no 2º maior clube português. Vivem única e exclusivamente para criticar destrutivamente, denegrir e caluniar seja o clube sejam os seus dirigentes democraticamente eleitos, com um único objectivo; Impedir que o SLB tenha êxito.

Este espaço nasceu precisamente para que os verdadeiros benfiquistas através das suas crónicas e opiniões digam de sua justiça e contestem todas as ‘críticas’ com que  os vários meios de comunicação social nos agridem diariamente com a única finalidade de não nos deixar retomar a nossa verdadeira dimensão.

Que haja uma onda anti contra os anti-benfiquistas para que consigamos ganhar a importantíssima batalha da informação.



 
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