Ponto Vermelho
Benfica - Bayer Leverkusen
21 de Fevereiro de 2013
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Liga Europa - 16 avos de final - 2ª Mão
Estádio da Luz, 21 de Fevereiro de 2013 - 20h05

Árbitro Principal: Pavel Kralovec - República Checa

Benfica (Titulares): Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Garay, Melgarejo, Matic, Enzo Pérez, Carlos Martins, Ola John, Gaitán, Cardozo

Benfica (Suplentes): Paulo Lopes, Maxi Pereira, Jardel, André Gomes, Aimar, Salvio, Lima

Cartões Amarelos: 3; Enzo Pérez 55m, Ola John 62m e Matic 90+3 (de fora do próximo jogo)

Cartões Vermelhos: 0

Resultado Final: 2-1 (agregado 3-1) - Apurado: Benfica. Marcha do marcador: 1-0 Ola John 61m; 1-1 Schurrle 75m e 2-1 Matic 77m

O Benfica recebia o Bayer Leverkusen na procura de poder carimbar a passagem aos oitavos de final, depois de um resultado positivo na 1.ª mão na Alemanha (0-1). Desde logo algumas surpresas, não apenas na convocatória onde não constava Urreta, mas também nas 18 escolhas definitivas, nas quais não figurava o nome de Rodrigo, convocado mas a quedar-se fora do jogo. Quanto ao onze encarnado, podiam fazer-se várias várias interpretações em função da inclusão em simultâneo de Enzo Peréz, Carlos Martins, Ola John e também Gaitán, mas acabou por confirmar-se o óbvio; Ola John à direita, Gaitán de regresso à esquerda, Matic e Enzo no miolo com Carlos Martins a fazer o papel de 10, um 4-2-3-1 familiar ainda que menos visto esta época.

Do lado do Leverkusen, Lewandowski fazia a equipa alinhar no seu tradicional 4-3-3, pese embora algumas alterações em relação ao jogo da primeira mão. A defesa aparecia pois remodelada, e a inclusão de Reinartz a 6 permitia o adiantamento de Rolfes, mais perto do tridente da frente. Esta a receita dos germânicos para tentarem inverter a eliminatória.

Pontapé de saída precedido de muita chuva mas com o relvado da Luz ainda assim a evidenciar nítidas melhorias em relação aos últimos confrontos, e logo nos primeiros segundos uma incursão de Melgarejo resultava num pontapé de baliza depois do paraguaio ter levado longe de mais o seu esforço.

Respondia o Leverkusen, ainda no minuto 1 Gonzalo Castro escapa-se a Garay pela direita e valia Matic a dobrar o companheiro e a ceder o primeiro canto da partida. Do mesmo, Castro batia e era Schurrle quem rematava para boa defesa de Artur, naquele que era o primeiro momento de perigo da partida.

A Luz assistia a um bom arranque dos alemães, e via ao minuto 3 o sempre irrequieto Gonzalo Castro ser derrubado por Enzo, lance que conduzia à primeira interrupção da partida para que fosse prestada assistência. Seguia-se uma falta sobre Melgarejo não sancionada por Pavel Kralovec, e iam-se materializando as dificuldades do Benfica em sair e também preencher o espaço entre o seu sector defensivo e o seu meio-campo, bem explorado pelos alemães.

Tentava o Benfica responder e acertar nas marcações, mas aos 11’ chegava mesmo uma bola no poste da baliza de Artur, depois de Carvajal subir pela direita e assistir Kiessling para de boa posição atirar ao poste. Era o primeiro grande sinal que o jogo poderia complicar-se num ápice. Apenas aos 13’ Luisão e Matic procuravam solicitar as costas da defesa germânica através de passes longos, dadas as dificuldades em furar por entre o meio-campo germânico, e aos 14’ era o Leverkusen quem respondia na mesma moeda, com uma solicitação para Gonzalo Castro a sair muito longa.

O Benfica tentava fazer o melhor uso da posse de bola, e aos 15’ tinha também uma soberba oportunidade de golo; cruzamento de André Almeida e cabeceamento de Gaitán a antecipar-se ao seu adversário, para grande defesa por instinto de Leno. Era o Benfica quem agora ameaçava, e de novo Leno era quem resolvia nova bola bombeada para a área germânica.

Respondiam de novo os alemães, aos 19’ valia mesmo Luisão imperial a intrometer-se entre vários jogadores do Leverkusen e a resolver mais um lance perigoso de Castro, e era com mais esta ameaça que chegávamos aos primeiros 20 minutos, com um jogo dividido e oportunidades de golo repartidas. Seguia-se uma toada mais morna e a servir melhor os propósitos do Benfica, que tentava trocar a bola sem grande pressão dos alemães, e aos 23’ os encarnados beneficiavam também do seu primeiro canto, que Carlos Martins levantava e na insistência Enzo atirava por cima.

Estava melhor o Benfica, aos 25’ Gaitán solicitava Melgarejo que entrava com perigo na área mas optava pelo cruzamento e a bola acabava por não chegar a Cardozo, e na resposta novo canto para o Leverkusen, lance que marcava novo crescimento da equipa de Lewandowski.

Depois de alguma hesitação aos 26’ na sequência de um lançamento lateral dos encarnados, a zona intermediária alemã acabava por ganhar a bola e solicitar Kiessling que após escapar nas costas da defesa benfiquista descaído pela direita rematava fora ao alvo, e assinalava-se novo lance de algum perigo.

Tentava Gaitán levar a equipa para a frente, não o deixava em falta Bender, que por sinal recebia o primeiro amarelo da partida, após derrubar o argentino quando este se esgueirava perigosamente pela esquerda. Do livre estudado aos 28’, canto para o Benfica, com Carlos Martins a marcar mas a não resultar em nada de mais.

Lutava-se muito e assistia-se de novo a um Benfica mais forte capaz de ganhar as segundas bolas, e aos 31’ era Carlos Martins quem finalmente aparecia para solicitar Gaitán na esquerda, ainda que Carvajal descesse bem e tapasse os caminhos ao jogador do Benfica. Pavel Kralovec sancionava nova falta ofensiva discutível a Cardozo, que o estádio não gostava, e menos gostava aos 34, o árbitro polaco descortinava uma falta inexistente de Matic sobre Bender.

Assistia-se de seguida a minutos de novo ascendente alemão, e de novo um enorme calafrio na Luz, quando Kiessling aparece na cara de Artur que ainda defende uma bola com selo de golo, ainda que interrompido por ser precedido de fora-de-jogo. Ainda recuperavam os corações encarnados dessa iniciativa, e já aos 37’ sofriam novo sobressalto; Schurrle aparece na cara de Artur e vale o guarda-redes encarnado, a negar a segunda grande oportunidade de golo para o Leverkusen.

Aos 40’, depois de bom trabalho de Schurrle a flectir da esquerda para o meio, o remate rasteiro esbarrava novamente no poste direito da baliza de Artur, e pedia-se que o intervalo chegasse rapidamente. Antes do regresso às cabinas no entanto, aos 41’ nova boa incursão de Melgarejo pela esquerda, pese embora a combinação com Cardozo não ter saído da melhor forma.

Nova interrupção na partida depois de lance dividido entre Boenisch e André Almeida, e nova bola bombeada para a área encarnada, interrompida por falta de Kiessling sobre Garay. Previlegiando a ala direita, aos 44’ Schurrle explorava o espaço e cruzava com perigo valendo na circunstância Garay, e entrava-se nos dois minutos para jogar antes do intervalo, que eram disputados junto à área germânica. Com o apito para o intervalo chegava novo amarelo para os alemães, na circunstância Carvajal que rematava a bola para longe, e o nulo na Luz revelava um resultado algo lisonjeiro para o Benfica depois de uma primeira parte de ascendente alemão com 3 oportunidades evidentes contra apenas uma dos portugueses. Por França, no outro jogo que decidia o adversário deste, Bordéus ia levando a melhor sobre o Dinamo Kiev, 1-0, depois do empate a uma bola em Kiev.

As equipas regressavam sem mexidas para a 2.ª parte e assistia-se a uma reentrada de novo pressionante dos alemães, com Schurrle a rematar enrolado à entrada da área encarnada aos 46’, e assistia-se de novo a um jogo muito complicado para os comandados de Jorge Jesus. Aos 50’, Carvajal ultrapassa Melgarejo em velocidade e sem que ninguém apareça para o dobrar, e cruza para o golo do Leverkusen, anulado por fora-de-jogo bem assinalado a Kiessling. Mais um enorme calafrio...

Aos 51’ saía Carlos Martins em inferioridade física e entrava Salvio, substituição que fazia Ola John ir para a esquerda e Gaitán pisar terrenos mais centrais a 10, num figurino mais perto do que se vira na Alemanha, e o Estádio da Luz reclamava novamente, depois de mais uma falta sobre Matic ficar por assinalar por Pavel Kralovec. Menos sorte tinha Enzo Pérez, que via mesmo o amarelo aos 55’ por falta sobre Kiessling, e os ânimos começavam a aquecer.

Também mexia Lewandowski aos 57’, fazendo sair Lars Bender para dar o lugar a Hegeler, e aos 57’ era Salvio quem quase se antecipava a Leno. Nova falta dúbia aos 58’ sobre Klessling e de novo o perigo a pairar, valia que Schurrle rematava muito fora do alvo. Salvio ia conseguindo dar outro dinamismo à direita, aos 59’ ganhava mesmo a Boenisch mas o cruzamento acabaria por sair pela linha final, e quando pouco fazia prever que o Benfica chegasse ao golo naqueles instantes, surge um dos grandes momentos da noite; aos 62’, Ola John recebe a bola na esquerda, tira Gonzalo Castro e Wollscheid do caminho com nota artística e também com alguma sorte no ressalto, e depois remate em arco ao ângulo direito da baliza de Leno. Um golaço e a Luz em delírio!

Os festejos do holandês tinham direito a amarelo, por tirar a camisola, e agora o Leverkusen precisava de marcar dois golos para passar, quando antes um lhe garantia o empate na eliminatória. Não acusavam sobremaneira o golo os alemães, aos 63’ falta de Luisão sobre Kiessing e mais uma bola bombeada e a perder-se pela linha final. Aos 64’ mexia novamente o Benfica, saía Cardozo e entrava Lima, e o Benfica conseguia agora trocar a bola com mais preceito e desenvolver melhor o seu jogo.

Aos 64’, depois de um cruzamento da direita, era Leno quem resolvia, e depois desse lance de novo Ola John a aparecer na área germânica, mas desta feita de pé esquerdo a atirar cruzado e ao lado. O Leverkusen no entanto dava mostras de vida aos 66’; cruzamento da direita a rasgar a defesa encarnada, e era Rolfes quem aparecia na área para remate á queima-roupa e defesa monumental de Artur, que era cada vez mais o jogador mais decisivo da eliminatória, com um punhado de excelentes defesas. Do canto, de novo... Artur, a ser decisivo e inclusive a magoar-se no seguimento do lance, depois de uma insistência de fora da área.

Os alemães mantinham a sua fantástica competitividade, motivo pelo qual se desejava que o tempo passasse rapidamente, e aos 69’ Salvio era derrubado na direita, lance do qual nada resultaria senão assinalar-se o minuto 70, que em função do resultado traduzia uma eliminatória muito bem encaminhada.

Seguia-se algo caricato, com uma enorme confusão na troca do Leverkusen, com vários jogadores a pensarem ser eles os escolhidos para dar a entrada a Milik, mas era Reinartz quem saía. Com mais Benfica, assistia-se a soberana oportunidade de golo aos 74’, depois de Ola John cruzar para Salvio mas o cabeceamento sair por cima, e aos 75’ o golo dos alemães; bola bombeada para a entrada da área encarnada e a defesa encarnada não consegue sacudir, Schurrle à entrada da grande área aproveita um passe para bater Artur e deixar os alemães a um golo da passagem, com sensivelmente... 15 minutos para jogar.

De novo alguma apreensão com os germânicos a renascerem das cinzas, mas de um lance defensivo o Benfica chegaria ao golo; decorrido que era o minuto 77’, bola nas costas da defesa do Benfica que obriga à saída de Artur, e o guarda-redes solicitava Lima que saía de posição regular aproveitando o adiantamento da defesa contrária para centrar com conta, peso e medida para Matic que cabeceava em jeito ao poste mais distante e praticamente arrumava a eliminatória.

Com a eliminatória muito bem encaminhada, aos 78’ Ola John ganhava mais um duelo individual na esquerda mas o cruzamento saía aliviado pela defesa alemã, e no tudo por tudo dos alemães o Benfica ia aproveitando o espaço concedido para criar oportunidades; aos 80’, novamente Ola John pela esquerda, colocava Lima frente a Leno que levava a melhor mas o ressalto sobrava para Salvio, e o cabeceamento para golo do argentino não resultava no 3-1 porque Gonzalo Castro via miraculosamente a bola bater-lhe na perna.

Aos 81’, sempre por Ola John, o holandês solicitava Lima que recebia entre os defesas alemães mas acabava por atirar contra o seu opositor, e jogo interrompido aos 82’ com Ola John a aparecer estendido no relvado e a obrigar à entrada da equipa médica. Respondiam os alemães por Schurrle, aos 84’ furava pela esquerda e via o seu cruzamento atravessar toda a área encarnada sem ninguém chegar para a emenda, e entrava-se na recta final da partida.

Aos 85’, Wollscheid centrava da direita para cabeceamento de Milic ao lado, e pelos bancos Jorge Jesus ia mexendo com os nervos do 4.º árbitro, violando sistematicamente os limites da sua área técnica. Alguma apreensão quando Matic parecia lesionar-se num lance, mas entretanto recuperava, e ainda antes dos 90’ Lima e Gaitán trabalhavam mas era Ola John quem assistia Gaitán que obrigava Leno a nova defesa.

Com 5 minutos de compensação para jogar, aos 90+1’ tinhamos ainda tempo para ver nova defesa de Artur a remate de Milic, e depois de mais uma falta por assinalar aos 90+2’ , desta feita de Castro sobre Lima, aos 90+3’ a falta de Matic sobre Schurrle e o respectivo amarelo deixava-o fora do próximo jogo contra o Bordéus na Luz. Tempo para nova substituição no Benfica aos 90+3’, saía Ola John e entrava Jardel, e Jorge Jesus continuava com os nervos à flor da pele no banco, para mais quando aos 90+4’ via novo livre perigoso a beneficiar os alemães, a castigar falta de Jardel. O remate saíria no entanto por cima e o apito final chegaria logo de seguida, confirmando a passagem aos oitavos e a vitória dos encarnados esta noite ante uma equipa fortíssima e extremamente competitiva, nunca deitando a toalha ao chão.

Na flash interview o homem da noite Artur ressalvava a constância de um Leverkusen de nível de Champions League, e subscrevia o mérito da equipa em levá-los de vencido. O guardião dizia ainda que importava agora descansar porque «Domingo há mais», e quanto ao jogo desta noite, instado a comentar a 1.ª parte menos conseguida dos encarnados, disse ter sido por mérito do Leverkusen, muito dinâmico e com laterais muito activos e que criaram problemas. Quanto ao Bordéus, disse ser outro grande adversário.

Já Ola John permitiu o habitual momento de boa disposição com Nuno Luz a falar Inglês (tem melhorado ainda assim) e mostrou-se naturalmente satisfeito pelo golo, e disse ainda ter-se sentido confortável ao jogar contra uma equipa ofensiva. Quanto ao Bordéus, «joga em França»...

Já Jorge Jesus falou numa eliminatória difícil ante uma grande equipa da «melhor Liga do mundo, considerando o Leverkusen uma equipa ao nível das que actualmente disputam a prova milionária - Dortmund, Munique e Shalke. O técnico encarnado disse ainda estar feliz por passar, mas admitiria ainda que estes confrontos deixam sequelas para um duelo duro Domingo com o Paços, onde já estaria o seu pensamento.

Na conferência de imprensa Jorge Jesus voltaria a enaltecer a qualidade do Leverkusen, mas defendendo que o Benfica foi muito realista e beneficiou de alguma experiência que vem retirando de jogar a dois jogos. Quanto à 1.ª parte menos conseguida disse que «não conseguimos parar aquele tridente da frente», e quanto à 2.ª disse que a equipa esteve melhor, e podia inclusive chegar ao 3-1, embora este resultado fosse o mais justo pelo que se passou no relvado. O técnico diria ainda que é sempre importante vencer e que este adversário obrigou a correr muito, e com isso abordou o confronto com o Paços no Domingo.

Comentário Final: O futebol alemão ainda que menos mediático do que Inglês e Espanhol é muito competitivo. A atestá-lo o facto de haver 3 equipas germânicas com possibilidades de se apurarem para os quartos de final da Champions. O Bayer Leverkusen por ser 3ª classificada e por aquilo que tinha demonstrado no jogo da 1ª mão era um adversário complicado, sobretudo porque aliava ao seu ritmo competitivo um tridente ofensivo muito perigoso.

Ao contrário do jogo na Alemanha que o Benfica controlou desde o início apesar de alguns sustos, os encarnados entraram lentos, displicentes e sem pressão tal como já tinha acontecido em jogos anteriores, pelo que os alemães rapidamente criaram perigo e poderiam, por mais do que uma vez ter marcado, porque para além das duas bolas ao poste ainda tiveram outra boa oportunidade. O Benfica vivia na expectativa e apesar de ter disposto de uma boa oportunidade por Gaitán, o controle da partida era do Bayer e durou até cerca dos 25 minutos. A partir daí o Benfica tentou reagir, mas a lentidão nas transições e a sucessão de passes falhados por pressão do meio-campo dos alemães não permitia grandes veleidades. O resultado ao intervalo era assim algo lisonjeiro para os encarnados.

A 2ª parte iniciou-se tal como a primeira, ainda que o Benfica desse mostras de uma maior acutilância sobretudo a partir do momento em que Salvio substituiu Carlos Martins. Depois veio a magnífica jogada e o golo de Ola John que resultou de um momento de inspiração, mas os alemães não se renderam, apostaram no tudo por tudo e chegaram ao empate com um golo pleno de oportunidade. Felizmente para o Benfica a sua vantagem era reposta 2 minutos depois, pelo que aí ficou difícil para o Bayer dar a volta à eliminatória.

Com as substituições operadas e a sua opção de tentarem marcar, a defensiva alemã ficou mais vulnerável pelo que em rápidas transições o Benfica poderia ter ampliado a vantagem, ainda que fosse injusto para o Bayer face às oportunidades de que dispôs para marcar. Vitória algo feliz do Benfica que apesar de tudo justificou a passagem da eliminatória.

Excelentes exibições de Artur, André Almeida e Garay e para os magníficos golos de Ola John e Matic, e natural nota para o não rebentamento de petardos, ainda que se afigurasse fumo ali e acolá.

Arbitragem com alguns erros mas sem problemas.
















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