Ponto Vermelho
Beira-Mar - Benfica
3 de Março de 2013
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Liga Zon-Sagres - Época 2012/2013 - 21ª jornada
Estádio Municipal de Aveiro, 3 de Março de 2013 - 19h30

Árbitro Principal: Manuel Mota - AF Braga
Árbitros Auxiliares: Paulo Vieira e Bruno Trindade

Benfica (Titulares): Artur, Maxi Pereira. Luisão, Garay, Melgarejo, Matic, Enzo Pérez, Salvio (André Almeida 90+2m), Ola John (Gaitán 63m), Cardozo (Carlos Martins 73m) e Lima
Benfica (Suplentes): Paulo Lopes, André Almeida, Jardel, Carlos Martins, Aimar, Urreta, Gaitán e Rodrigo

Cartões Amarelos: 1; Melgarejo 87m
Cartões Vermelhos: 0

Resultado Final: 0-1. Óscar Cardozo (pen.) 16m

Benfica de regresso a Aveiro com o elã do empate de véspera do FC Porto, que lhe permitia em caso de vitória ascender à liderança. Apesar do frio, não se estranhou pois a romaria benfiquista ao Municipal de Aveiro, naquela que era a melhor assistência da época. Entre as curiosidades da partida, o facto de estarem frente a frente a pior defesa e o melhor ataque do campeonato, ainda 37 pontos de distância, o que atestava bem o favoritismo encarnado. Mas importava traduzir no rectângulo de jogo...

Jorge Jesus, do seu lado, tinha um Benfica perto da sua máxima força, pese embora o jogo disputado a meio da semana. O técnico encarnado acabaria por fazer alinhar o onze mais habitual, com Maxi de regresso à lateral direita, Luisão e Garay a comporem a dupla de centrais, Melgarejo na esquerda, Matic e Enzo no miolo, Salvio na direita e Ola John na esquerda. Na frente, a dupla mais concretizadora; Cardozo e Lima.

Do lado do Beira-Mar, em semana de treinos à porta fechada, para a estreia de Costinha em casa o técnico aveirense não podia contar com Tonel e Nuno Lopes, lesionados, Balboa, condicionado, e ainda Pedro Moreira, castigado. Apesar de ser expectável que pudéssemos ter um Beira-Mar ultra-defensivo, Costinha acabaria por contradizer as previsões, fazendo alinhar Yazalde e Abel Camara no mesmo onze, o que suscitava desde logo algumas dúvidas em saber como encaixavam. O técnico promovia ainda o regresso de Ricardo Dias.

E o jogo começou com o Beira-Mar surpreendentemente adiantado a discutir o jogo, pese embora desde logo o Benfica fosse capaz de pôr a equipa da casa em sentido; decorrido que estava o minuto 1, Maxi isola Lima que perante a saída de Rui Rego tenta meter-lhe a bola por cima mas falha o alvo. Soberba oportunidade do Benfica logo no início do jogo.

Com muita disputa a meio campo e mais Benfica, já depois de um chega para lá de Nildo sobre Cardozo e de um lançamento mal avaliado pelo árbitro assistente e reclamado por Maxi, ao minuto 5 chegava a primeira ameaça dos aveirenses, com Abel Camará a receber na área encarnada e a rematar cruzado mas ainda assim longe da baliza de Artur.

O Beira-Mar tentava pressionar o Benfica na sua fase de construção, ainda que sem grande sucesso, e aos 7 os benfiquistas reclamavam grande penalidade por mão na bola, isto depois de um cruzamento de Melgarejo da esquerda. Manuel Mota no entanto, optaria por nada assinalar, quiçá considerando bola na mão.

Rúben Ribeiro batia um dos muitos livres laterais da partida, ao minuto 8, que Salvio resolvia, e seguia-se a resposta encarnada com Ola John a cruzar ao 2.º poste e Salvio a fazer a bola chegar a Rui Rego. Assim chegavam os primeiros 10 minutos, com um jogo muito disputado a meio campo e algum ascendente encarnado. Precisamente aos 10’, Matic desenvencilhava-se de dois adversários e lançava um contra-ataque que Cardozo aproveitava para atirar para defesa de Rui Rego a dois tempos, e aos 11’ a vez de Ola John flectir da esquerda para o meio e atirar para nova defesa do guarda-redes aveirense.

Seguia-se a resposta do Beira-Mar, aos 11’ surgia remate para defesa fácil de Artur, e aos 14’ o lance capital do jogo; cruzamento da esquerda de Melgarejo, Hugo percebendo que tinha Cardozo nas costas faz-se ao lance de braços no ar, e Cardozo cabeceia para golo mas a bola embate no braço direito do central aveirense. Manuel Mota, a custo, após consulta do seu assistente, decide-se pela grande penalidade. Amarelo para Hugo e golo para Cardozo; Rui Rego para um lado, bola para outro.

Parecia o Benfica ter conseguido fazer o mais difícil, mas o Beira-Mar prosseguia pressionante, ainda que os encarnados invariavelmente conseguissem sair sem grandes dificuldades das zonas de pressão do adversário. Aos 19’, mais um cruzamento, desta vez de Salvio da direita com Cardozo ao segundo poste a falhar a bola. Chegavam os primeiro 20 minutos num jogo, nem sempre bem jogados, mas com o Benfica melhor e com o Beira-Mar a prometer complicar a partida.

O irrequieto Rúben Ribeiro aos 20’ tinha um bom trabalho dentro da grande área sobre o lateral esquerdo benfiquista, lance do qual Matic acabava por ceder canto, e aos 21’ falta de Melgarejo sobre o mesmo Rúben Ribeiro, do qual resultava uma bola bombeada para a área encarnada - seriam muitas - e que era resolvida parcialmente por Luisão, dado que encontrava o próprio Rúben Ribeiro que de longe tentava alvejar a baliza de Artur.

Aos 24’, de uma falta sobre Cardozo cometida por Bura, nada resultaria, e com o jogo numa fase algo atabalhoada, aos 25’ o Benfica apanhava o Beira-Mar em contra-pé e era Lima que isolava Ola John. Ainda assim, o cruzamento recuado do holandês acabava por ser resolvido por Bura para canto. Do mesmo canto, na ressaca Salvio trabalhava e acabava por rematar de zona frontal, mas desviado.

O Benfica ameaçava sempre que tinha espaço, mas o Beira-Mar também não se limitava a defender, pelo contrário; aos 28, cruzamento traiçoeiro da esquerda obrigava Artur a segurar sobre a linha. Chegavam então os primeiros 30 minutos, com o Benfica longe dos seus melhores dias mas ainda assim com as operações aparentemente controladas, a apostar nas alas e em cruzamentos em função das dificuldades sentidas no miolo. Aos 30’, mais um cruzamento da esquerda a encontrar Cardozo, e aos 31’ falta de Matic na direita do ataque aveirense, do qual resultaria mais uma bola bombeada, lance entretanto interrompido por falta de Abel Camará nas costas de Ola John.

O Beira-Mar fazia o que lhe competia e lançava-se em busca do empate, e aos 34’ era Rúben Ribeiro quem beneficiava de um canto que não devia ter sido pontapé de baliza. Do mesmo resultaria um remate de ressaca fortíssimo de fora da área, a papel químico do canto marcado minutos antes, mas de novo sem perigo de maior. O jogo estava longe de deslumbrar, muito faltoso e com muitos passes falhados, e aos 36’ o primeiro calafrio para os benfiquistas com a primeira oportunidade dos aveirenses; bola nas costas da defesa encarnada, em particular no espaço de Maxi, e valia que Yazalde perdia tempo e acabava por tentar adornar o lance, rematando em arco e levando a bola a sair fácil para Artur Moraes.

Respondia o Benfica, aos 38’, novo canto cedido por Hugo sobre Matic, do qual nada resultaria, e aos 39’ falta sobre Enzo Pérez, igualmente desaproveitada. À entrada para os últimos cinco minutos da primeira parte, o sinal mais seria do Beira-Mar; aos 40’ por exemplo, muito espaço novamente na lateral direita encarnada, e grande oportunidade para o Beira-Mar, valendo Artur a emendar um erro de Luisão que não consegue aliviar a bola, originando momentos de aflição na área benfiquista.

Havia agora mais Beira-Mar que tentava o empate, aos 44’ e depois de cruzamento da esquerda, Abel Camará falhava o cabeceamento de boa posição, ainda que o lance estivesse já interrompido por fora-de-jogo.

Chegava então o apito para o intervalo que punha cobro a 45 minutos de má qualidade em particular aqueles protagonizados pela equipa do Benfica, com muitas dificuldades em controlar o meio-campo. No campo das estatísticas, 54/46% de posse de bola para o... Beira-Mar, comprovavam a má exibição realizada até então, com o Benfica incapaz de encontrar o antídoto para os mexidos Rúben Ribeiro, Yazalde e Abel Camará.

A 2.ª parte começava sem alterações, aos 45’ Lima escapava-se mas acabava por cair já dentro da grande área aveirense, e de novo o Beira-Mar pressionante, a que respondia um Benfica a tentar chamar o seu adversário mas ainda assim trocando a bola perigosamente demasiado atrás e nem sempre bem, obrigando Artur a bater bolas na frente sem grande critério.

Quem tratava melhor a bola era a equipa da casa, que ia trocando o esférico e chegava sem grandes dificuldades até às imediações da área de Artur, e aos 50’, numa das muitas faltas assinaladas por Manuel Mota, desta vez a Melgarejo, nova bola bombeada e Luisão a ceder canto. Da insistência, remate de longe de Jaime, forte mas ainda assim por cima. Decorrido que era o minuto 52, Melgarejo ganhava canto depois de combinação com Ola John, do qual nada resultaria, e eram cada vez mais visíveis os sinais de intranquilidade de Jorge Jesus no banco benfiquista.

Aos 53’, novo remate de Jaime, novamente de muito longe e por cima, e o jogo de novo algo complicado para o Benfica, com o Beira-Mar sempre mais forte a meio-campo, capaz de ganhar as segundas bolas e sair a jogar. Aos 55’, novo sobressalto na área encarnada, quando na sequência de um cruzamento de Hélder Lopes se instala a confusão no último reduto benfiquista.

Aos 56’, Rui Sampaio via o amarelo por agarrar Enzo Pérez quando este lançava o contra-ataque, e aos 58’ Cardozo a dividir um lance com um adversário e os aveirenses a reclamarem algo mais daquilo que realmente existia. Maxi, aos 59’, cedia novo canto, e depois desse chegava ainda um outro, que atestava de certo modo o ascendente territorial do Beira-Mar. O Benfica por seu turno apostava... no contra-ataque; aos 60’ Cardozo conduz o lance, apesar de derrubado por Jaime (que veria o amarelo finda a jogada) a bola chega a Ola John e este endossa a Salvio, que perde espaço e tempo e desperdiça mais uma oportunidade de criar perigo junto à baliza de Rui Rego.

Depois de fora-de-jogo mal tirado a Melgarejo aos 62’, aos 63’ chegava a primeira substituição na equipa benfiquista; saía Ola John, entrava Gaitán, troca por troca que não se compreendia na altura mas que Jorge Jesus teria oportunidade de explicar mais tarde (Ola John estava de certo modo inferiorizado). Aos 64’ Garay antecipava-se a Yazalde e cedia canto depois de cruzamento de Nildo da esquerda, e paulatinamente o Beira-Mar ia conseguindo acercar-se da baliza encarnada. Aos 65’, Rúben Ribeiro remata ao lado e enrolado.

O cruzamento de Hélder Lopes da esquerda aos 66’ encontrava Yazalde que atirava de forma acrobática mas por cima, e o Benfica respirava nos instantes subsequentes; aos 68’, jogada de envolvimento do Benfica com Gaitán a romper, e o cruzamento do argentino por pouco não chega a Cardozo que falhava o esférico quase sobre a linha de golo, desperdiçando assim uma oportunidade clara de decidir o jogo.

Parecia agora haver mais Benfica, acercando-se finalmente da área aveirense com mais critério, logo de seguida, valia a atenção de Bura e depois de Hugo que evitavam o golo encarnado. Manuel Mota tinha algumas decisões no mínimo curiosas, em particular ao apitar sempre que um aveirense caía, e aos 71’ novo canto a favorecer os aveirenses, depois de um cruzamento da esquerda de Hélder Lopes e oposição de Melgarejo.

Aos 73’ Jorge Jesus finalmente juntava pernas para o meio-campo, fazendo sair Cardozo e entrar Carlos Martins, e aos 74’ era o próprio Carlos Martins a pautar o jogo encarnado e a colocar a preceito uma bola nas costas da defesa aveirense em Salvio, que mais não conseguia do que ganhar canto, cedido por Hélder Lopes. No seguimento do mesmo, Luisão insiste de forma acrobática e Lima, apertado e agarrado pelo seu adversário, desperdiçava nova excelente oportunidade, levando a bola a sair ao lado.

Mais uma mão na bola aos 76’, desta vez de Salvio, e mais uma bola bombeada para a área encarnada da qual nada resultaria. Aos 78’, substituição operada por Costinha; saía Jaime e entrava Serginho. Aos 79’, novo livre a favorecer o Beira-Mar, do qual Nildo batia e a defesa encarnada cedia canto... e sofria-se.

Até porque desse lance aos 80’, resultava a melhor oportunidade de golo do Beira-Mar em toda a partida, quando Bura aparece junto a Artur e desvia para a baliza encarnada, valendo na circunstância a oposição do guarda-redes encarnado, que já em desequilíbrio e com alguma sorte à mistura evitava milagrosamente o golo. Aos 82’ o Benfica respirava novamente, circulando a bola e beneficiando de um canto cedido por Nildo sobre Salvio, e entrávamos na recta final da partida.

Aos 85’ Yazalde ainda saía para ceder o lugar a Tozé, e logo de seguida contra-ataque encarnado, com Carlos Martins a ganhar canto depois de um remate contra Bura. Aos 87’ Melgarejo via amarelo por interromper um contra-ataque aveirense comandado por Serginho, e aos 89’ último cartucho de Costinha; sai Abel Camará e entra Dani Abalo.

O Benfica conseguia uma boa jogada aos 90’, com Enzo e Salvio a trabalhar o lance e a bola a acabar por ser tirada já em cima da linha, ainda que já houvesse fora-de-jogo, e os últimos minutos traduziam um jogo partido em que tudo era possível...

Aos 90+1’, Rúben Ribeiro via o amarelo por derrube a Salvio, e aos 90+2’ operava-se a última substituição do lado encarnado, mais com o intuito de jogar com o relógio; Salvio saía, André Almeida entrava. Antes do apito final, tempo ainda de um cruzamento para a área encarnada, mas a bola acabava por perder-se pela linha final e ademais o lance já havia sido interrompido por posição irregular de Rui Sampaio.

Era o último lance da partida, logo de seguida Manuel Mota dava por terminada a partida e os benfiquistas suspiravam de alívio. Confirmava-se a vitória suada e o Benfica na liderança isolada.

Na flash interview, Cardozo referia que a equipa dominara a partida mas que depois se ressentira por estar a jogar muitas partidas, e dizia também que o mais importante era jogar bem e ganhar. Quanto a haver mais motivação pelo tropeção do FC Porto de véspera, o paraguaio disse que não pensam nisso, e também em relação aos 2 pontos de vantagem, que não significam nada porque ainda existem muitos jogos por jogar.

Já Jorge Jesus falou num jogo difícil, dizendo que na 1.ª parte o Benfica entrou forte e nos primeiros 30 minutos houve várias chances para fazer golo, entre as quais a grande penalidade convertida por Cardozo. O técnico benfiquista disse que depois, por via de um Beira-Mar agressivo ofensivamente, capaz de criar problemas a meio campo e de ganhar frequentemente as segundas bolas, o Benfica não esteve tão bem. Quanto à segunda parte, admitiu que era sua convicção que o jogo tornar-se-ia mais fácil em função de haver mais espaço para jogar, contudo a equipa não saíu tantas vezes quanto gostaria. Mais disse que o Beira-Mar acreditou e obrigou a que nos últimos instantes o Benfica optasse por segurar o resultado. Respeitante às referências de Cardozo ao cansaço, disse que era possível no caso do paraguaio, mas nos outros não. Tempo também para dizer que só uma equipa sabendo defender e estando bem colectivamente conseguia conquistar os 3 pontos num jogo destes, que era o mais importante, e que o corredor esquerdo era para ter explorado melhor. Instado a comentar o facto de há precisamente um ano o Benfica ter perdido a lideranca no clássico e este papel inverter-se, o técnico benfiquista disse que é sempre melhor estar em vantagem, mas que vale o que vale, e dois pontos de vantagem não resolvem nada porque ainda há 9 jogos por jogar. Uma última palavra para o Beira-Mar, que deixou provado o seu real valor e que não traduz a posição que ocupa na tabela classificativa.

Comentário Final: Parece claro que tendo o Benfica como objectivo vencer o campeonato conforme repisado pelo seu treinador, tem que ganhar os seus jogos. Independentemente dos resultados do FC Porto. O jogo com o Beira-Mar antevia-se difícil pela posição que a equipa aveirense ocupa na tabela mas também como sempre acontece porque as equipas agigantam-se sempre que defrontam os encarnados. O Benfica era favorito e já sabia o que o esperava.

Com uma moldura humana muito apreciável composta esmagadoramente por adeptos encarnados, estavam pois reunidas as condições para que o Benfica entrasse determinado a rapidamente construir um resultado que o deixasse a salvo de qualquer surpresa. E de facto assim aconteceu em que mal tinham decorrido apenas 30 segundos e já Lima perdia uma soberana oportunidade de abrir o activo. O golo haveria de chegar aos 16’ de penalty a punir mão de Hugo e durante mais alguns minutos os jogadores encarnados mantiveram a tendência do jogo.

Contudo, a partir sensivelmente da meia-hora e até ao intervalo o Beira-Mar começou a vencer a batalha do meio-campo a pressionar mais alto e a ganhar todas as segundas bolas e ressaltos, traduzindo-se esses factos numa maior posse de bola com jogadas de algum perigo, em particular uma por deficiente corte de Luisão.

Com um resultado tangencial esperava-se pois um regresso com outra dinâmica atacante, mas o que se viu foi o Beira-Mar a ter mais posse, a pressionar e a ganhar por sistema as segundas bolas e o Benfica a tentar a gerir o jogo e o resultado. Apenas quando JJ se decidiu pela substituição de Cardozo por Carlos Martins o Benfica ganhou outra dinâmica a meio-campo. Mas o sinal mais era dos aveirenses com os encarnados a fazerem um jogo calculista e a exporem-se ao empate que até poderia ter acontecido por Abel Camará numa jogada confusa dentro da área benfiquista. Verdade que o Benfica também dispôs de duas boas oportunidades de alargar o resultado mas o Beira-Mar criou dificuldades inesperadas por mérito próprio mas também por o Benfica ter realizado um jogo em que claramente o resultado foi muito melhor do que a exibição. Situação a rever nos próximos jogos.

Destaque para a dupla de centrais sobretudo Garay que esteve muito bem.

Arbitragem com pequenos lapsos, alguns foras de jogos mal assinalados, e as constantes interrupções de todo se justificavam.
















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